segunda-feira, 18 de abril de 2011
FC Porto - Sporting CP, Crónica.
Começava o jogo, muita alegria nas bancadas. O Porto era o Campeão e eram notórios os festejos e as celebrações dos adeptos Portistas. Mas pela frente tinham um Leão com o orgulho ferido, e logo aos dez minutos, golo do Sporting. Matías inventa a jogada, André Santos remata, a bola bate em Matías e entra na baliza! Golo num lance feliz, mas o que interessa é que estava lá dentro. 1-0, o Leão silenciava o Dragão.
O Porto não se deixou ficar - como sempre - e começou a correr atrás do prejuízo. O problema é que o Sporting tinha São Patrício na baliza, a defender tudo o que era defensável - com alguma ajuda do poste, também. O problema é que Polga e Torsi era facilmente 'comidos' pelo Falcao. E isso era preocupante. Na primeira investida, mandou ao poste. Na segunda não perdoou, fazendo mesmo o 1-1. Cruzamento de Palito e Falcao, em grande estilo, a empatar a partida.
Couceiro continuava a pedir mais, continuava a pedir aquela atitude que o Sporting tinha no início. E os Leões estavam atrevidos, faltou foi mais qualidade no ataque para tentar fazer face ao Porto.
O tempo ia passando, e ia-se adivinhando que o Porto iria dar a reviravolta, tal eram as investidas. Ironia das ironias, foi João Moutinho que assistiu Falcao - que bizava na partida - para o 2-1. Patrício defendera um remate de Hulk para canto. Marcado de forma curta, Moutinho cruzava e Falcao voltou a agigantar-se no meio da defesa Leonina. Não merecia isto, o Patrício...
Minuto 55. Do nada, uma oportunidade de ouro para o Sporting - daquelas que não aparecem muitas vezes no jogo. Matías voltava a inventar (algo só ao alcance dos predestinados), isolou Valdés, mas este rematou ao lado, muito ao lado, na cara de Hélton. Oportunidades destas não se podem desperdiçar...
Na última meia-hora de jogo, duas notícias: regresso de Marat Izmailov à Competição e a lesão de Hélton, sendo este substituído pelo Beto.
O tempo ia passando, e o Porto fazia o 3-1. Walter surgiu na cara de Patrício e finalizou bem. Matías ainda fez o 3-2, mas não chegou...
Nota também para um lance muito duvidoso de Rolando. Dentro da área Portista, tocou na bola com a mão. O árbitro chega mesmo a dizer "Eu vi!", mas talvez tenha sido uma má interpretação minha no que toca a ler lábios.
Concluindo, vimos um Sporting esforçado, a lutar até ao fim, mas curto. Só isto não chega. O Porto foi o que nos tem habituado, jogou para ganhar e ainda teve tempo para ir gerindo alguns jogadores.
Parabéns ao Porto pela vitória.
Sporting vai rescindir com Polga

domingo, 17 de abril de 2011
Sporting interessado em Muniesa
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Benfica interessado em Lodeiro e Paulo Machado


[Crónica] Spartak Moscovo 2-5 FC Porto

Liga Europa: SC Braga 0-0 Dinamo Kiev

Com vantagem na eliminatória, e com somente 13 jogadores disponíveis e com uma defesa remendada, o Braga entrou bem, a criar perigo e a tentar afastar o Dínamo da sua baliza. Tudo ficou mais complicado quando Paulo César, que estava a fazer de lateral direito, foi expulso, justamente, aos 30 minutos. Era preciso agora que o Braga fosse ainda mais Gverreiro e aguentasse até ao fim. Ainda assim, a melhor oportunidade do jogo pertenceu ao Braga já na parte final do primeiro período, quando Meyong não conseguiu marcar, já depois do guarda-redes ucraniano não ter conseguido agarrar um livre de Hugo Viana. Isto tudo depois de um período onde o Dínamo se tinha instalado no meio-campo e tentava marcar.
Ao intervalo, resultado justo e o Braga a 45 minutos do sonho, era preciso que a equipa tivesse o sobrenome de Domingos, paciência e muita, mas também vontade, capacidade de sofrimento e acreditar, pois o Dínamo viria com tudo.
Puro engano, na segunda parte, quem não soubesse não diria que o Braga estava com menos um jogador. O Braga foi mais forte, tinha os lances de maior perigo, frente a um Kiev ainda mais nervoso que o Braga, que não parava para pensar, que parecia pouco incisivo na hora de atacar. O Braga ia criando perigo, ia aproveitando o tempo em que tinha a bola para fazê-lo passar, mas com varias oportunidades desperdiçadas e com o tempo a passar, muitos temiam que pudesse acontecer a velha máxima do futebol, quem não marca...
Mas não aconteceu, pois Artur impediu o golo na única oportunidade de perigo do Dínamo na segunda parte. Com o passar do tempo, os nervos eram cada vez maiores, pois um golo do Dínamo deitava tudo a perder, o relógio passava, o Dínamo tentava atacar, mas quando o arbitro apitou para o final, um misto de emoções apoderou-se dos fantásticos braguista. Alivio, pelo jogo ter acabado, euforia por termos feito(mais) história, orgulho nesta equipa.
Noite de sonho para todos nós, portugueses, onde 3 equipas vão às meias finais e uma terá lugar na final, e desde já parabéns ao Porto e Benfica, mas acima de tudo parabéns a este Braga, que fez das fraquezas força, aproveitou o que tinha, soube sofrer, mas soube acima de tudo acreditar, é disto que se fazem os campeões.
Deixem-nos sonhar.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Portugal à conquista da Europa



quarta-feira, 13 de abril de 2011
Real Madrid e Schalke também nas meias finais da Liga dos Campeões
terça-feira, 12 de abril de 2011
SC Braga 3-1 V. Guimarães
Num grande ambiente de festa no AXA, até foi o Guimarães a entrar melhor, logo no primeiro minuto, mas Miguel Garcia cortou na hora H. O jogo foi sempre fraco, o Braga tinha iniciativa, mas não criava perigo, excepção feita a um lance de perigo de Lima e uma bola ao poste por parte de Hélder Barbosa, de resto o jogo foi fraco, com o Vitória a defender e o Braga, apesar da iniciativa, pouco fazia.
Na segunda parte tudo mudou. Domingos tirou Hélder Barbosa, colocou Alan e tudo mudou, o Braga teve mais iniciativa, estava mais perigoso e ia criando perigo a Nilson. Foi uma questão de tempo até que o golo chegasse e no terceiro canto consecutivo, Paulão marcou, aproveitando uma falha defensiva do Vitória. O mote estava dado e logo no minuto seguir, Ukra fez um golão e aumentava a vantagem. O Castelo de Guimarães foi abaixo, metaforicamente, pois a equipa de Manuel Machado não mais se encontrou, andava perdida em campo e isso foi notório da forma como o Braga jogava e a avalanche de ataques que criava. Tanto perigo ia dar em golo, mais um de canto, mais outra falha de marcação e Alan aumentou para 3-0. É algo a rever pela equipa técnica do Vitória, a forma como a equipa se desmanchou depois dos golos e a falhas defensivas nos lances de bola parada.
Já perto do final do jogo, Edgar reduziu num penalty, mas a vitória não escapou ao Braga.
No final, resultado justissimo, o Braga foi sempre mais forte, principalmente na segunda parte e consegue alcançar o 3ºlugar, num jogo onde até se conseguiu gerir o plantel.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Alex Silva e Bobô assegurados pelo Sporting


[Crónica] Portimonense 2-3 FC Porto

O FC Porto apresentou-se numa forma renovada com um 4x1x2x1x2, com o meio campo disposto da seguinte forma, Souza era o pivô defensivo, Moutinho e Belluschi jogavam como médios interiores de transição e com Rúben Micael a ser utilizado nas costas do ataque formado por Hulk mais sobre a direita e com Falcao pelo meio. O Portimonense apresentava-se com o seu 4x3x3 habitual com a frente de ataque entregue a Candeias pela direita, Kadi pelo meio e Lito sobre a esquerda, uma frente de ataque bastante móvel e rápida, diga-se de passagem.
A primeira parte foi bastante lenta, sem grandes lances de perigo. O FC Porto demonstrava ter as linhas muito afastadas o que dificultava muito a posse de bola e circulação da mesma, criando muitas perdas de bola porque tinham de optar por passes longos. Foi com naturalidade e com uma exibição bastante pobre, de parte a parte, que o resultado se manteve inalterado até ao intervalo.
O FC Porto na segunda metade entrou com mais velocidade e com mais dinâmica, procurando o golo, que acabou por surgir num lance de genialidade completa de Hulk, num remate em jeito à entrada da área. Entretanto o André Villas-Boas em 3 minutos realizou duas substituições, tirando primeiro o Belluschi, que saiu com algumas queixas e para o seu lugar entrou Guarín, e tirou Moutinho e entrou Mariano. Contudo o Portimonense acabou por empatar a partida logo após estas mexidas, na cobrança de um canto, marcado por Rúben Fernandes, que o Rolando, na minha opinião, esteve bastante mal na marcação. Os algarvios com este golo continuavam a sonhar com um bom resultado que permitisse ainda pensar com a manutenção, durou pouco este sentimento, apenas 3 minutos. O FC Porto desfez a igualdade num excelente entendimento à entrada da área entre Rúben Micael e Falcao, onde o Colombiano não desperdiçou para fazer o 1-2, pouco depois saiu e para o seu lugar entrou Walter.
O FC Porto após o golo voltou a adormecer e num lance de fotocopia, o Portimonense chegou de novo à igualdade, de novo num canto, desta feita por Mourad e o FC Porto voltava a sofrer do seu adormecimento, mas foi sol de pouca dura, porque 2 minutos depois, também de canto, o FC Porto chegou de novo à frente do marcador, golo de Maicon num excelente golpe de cabeça após um canto.
Foi uma vitória bastante sofrida com uma primeira parte bastante miserável, mas o que conta é a vitória e os 3 pontos. Faltam agora 4 jogos para acabar o campeonato e o FC Porto continua imbatível com 24 vitórias e 2 empates, 61 golos marcados e 11 golos sofridos e ainda persegue o registo de Jimmy Hagan que conseguiu 28 vitórias e 2 empates.
Escrito por Nunes.
Beira-Mar derrota Olhanense com golo de Wilson Eduardo

Paços de Ferreira goleado pelo Rio Ave na Mata Real

Leixões e Estoril empatam e comprometem subida

Feirense vence e mantém lugar de promoção

domingo, 10 de abril de 2011
Sporting CP - Académica, Crónica.
Hoje não houve aqueles problemas de concentração nos minutos finais, conseguindo segurar a vantagem que o Sporting tinha feito no primeiro tempo. Aliás, na segunda-parte até podia ter ampliado a vantagem.
Foi um jogo interessante, acima de tudo. Dois grandes golos do Djaló (sim, do Djaló, leram bem), um Rui Patrício em grande (Bischoff deu-lhe trabalho), um Matías inspirado, uma bola na trave do Polga (já tínhamos saudades das bolas ao ferro, não é?)... foi um Sporting diferente do habitual.
O Sporting entrou forte no jogo. Logo aos dois minutos, Zapater teve uma boa oportunidade para marcar o primeiro golo da noite, mas desperdiçou-o. Mas tarde, foi a vez de Djaló falhar - em ambas as jogadas, Matías esteve em evidência. O chileno tem estado em boa forma, e tem sido um Matías mais alegre, mais solto... mais vivo.
Aos catorze minutos, Carreño metia a bola no fundo das redes de Patrício, mas a jogada foi invalidada pois estava em fora-de-jogo. Bem assinalado. Minutos mais tarde, Polga mandava à barra... Estavam de volta as bolas ao ferro!!
O Sporting não marcava, e a Académica ia ameaçando. Aos vinte e seis minutos, Patrício nega o golo a Hugo Morais. Grande intervenção.
Minutos mais tarde, Djaló tira o primeiro coelho da cartola. Canto curto para Matías, este dá a bola para Djaló, fazendo um remate indefensável. Quem nunca tivesse visto jogar este rapaz, diria que ele era craque...
De seguida, mais uma grande jogada. Matías novamente, Vuk faz um grande passe para Djaló, e este faz um chapéu a Peiser. Mais um momento espectacular no jogo, com o mesmo protagonista.
A acabar a primeira-parte, Rui Patrício mostra o porquê de ter sido titular na Selecção Portuguesa. Duas enormes defesas após dois livres de Bischoff. Brilhante mesmo.
Começava a segunda-parte da mesma que a primeira, novo falhanço de Zapater.
Com uma vantagem de dois golos, o Sporting baixou o seu ritmo de jogo, dando o jogo à Académica - mas sempre controlado.
Grilo, a vinte minutos do fim, cabeceia ao lado após grande jogada de Diogo Valente.
Acabava a partida e os três pontos estão garantidos. Nos últimos cinco jogos, o Sporting apenas sofreu um golo. As debilidades estão na frente, mas hoje tivemos dois rasgos de génio do Djaló.
Para a semana vamos ao Dragão... Jogo complicadíssimo, como é óbvio.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Liga Europa: Dinamo Kiev 1-1 SC Braga
Num tempo que ainda fazia lembrar o Inverno, o Braga entrou mal, mostrando como iria ser a primeira parte. Logos aos 5 minutos, pior era impossível. A defesa do Braga estava a dormir e o Dínamo marca num cruzamento. O Dínamo continuou a dominar, o Braga estava em dificuldades, acusava ansiedade. Ainda assim, o Braga acabou por marcar, num canto rasteiro de Hugo Viana e Alan ou um jogador ucraniano, um deles coloca a bola na baliza do Dinamo. O Braga, apesar de ter chegado ao empate, nunca conseguiu impor os seus processos em pratica e era Artur Moraes que ia segurando o empate, com duas grandes defesas.
Ao intervalo, o resultado era injusto, o Dinamo estava mãos forte, tinha dominado o jogo, frente ao Braga ansioso.
Na segunda parte tudo mudou e por causa de um homem, Shevchenko, que entrou no intervalo. Depois de ter visto um amarelo, o ucraniano fingiu não ter ouvido o arbitro a marcar fora-de-jogo e avançou e meteu a bola na baliza. Uma infantilidade do ucraniano que lhe valeu a expulsão e o Dinamo de Kiev a ter que jogar grande parte do segundo tempo com menos um jogador. O Braga aproveitou e fez um jogo muito diferente do da segunda parte. Dominou, criou oportunidades. A equipa deixou para trás a ansiedade, jogou olhos nos olhos com o Dinamo. O conjunto ucraniano apercebeu-se do crescimento do Braga e preocupou-se em defender o 1-1 do que sofrer o 2-1.
Ainda assim, a segunga parte foi dominada pelo Braga. No final um 1-1 que dá ao Braga optimas chances de passar às meias-finais, no entanto, nada está resolvido, pois esta equipa do Dinamo provou que pode causar estragos em Braga, mas se o Braga continuar assim tem tudo para passar.
Parabéns também ao Porto e ao Benfica.
[Liga Europa] FC Porto 5-1 Spartak Moscovo

quinta-feira, 7 de abril de 2011
Benfica goleia PSV e está quase garantido nas meias

Benfica contrata André Almeida e Léo


quarta-feira, 6 de abril de 2011
Os primeiros reforços do Sporting




terça-feira, 5 de abril de 2011
Resumo 25ª Jornada - Liga ZON Sagres
Leiria 1-3 Marítimo
A jornada abria com um duelo entre o Leiria que vinha de 5 derrotas consecutivas e o Marítimo que vinha de 2 vitórias consecutivas, perspectivava-se um encontro equilibrado apesar de as equipas virem de factores de motivação opostos, de um lado o Leiria queria por fim ao jejum de pontos e do outro lado o Marítimo queria continuar a sua saga de invencibilidade.
O jogo começou com o domínio da equipa do Marítimo sempre em busca do golo que acabou por acontecer por volta do minuto 38 golo de Kléber numa altura que o Marítimo já jogava contra 10 unidades do Leiria por expulsão de Paulo Vinicius, e o resultado até ao intervalo não mais se alteraria. Foi uma primeira parte dominada pelo Marítimo, ainda mais após a expulsão e o resultado de 1-0 até parece penalizador para o Marítimo.
A segunda parte trouxe mais do mesmo com um domínio do Marítimo na busca do golo mas aos 51 minutos, o Marítimo ficou reduzido a 10 unidades também, por expulsão de Alonso, e quando tudo parecia equilibrar no jogo jogado, eis que o Marítimo chega ao 2-0 por Djalma, num excelente desenho atacante do Marítimo.
5 Minutos depois, naquele que foi o primeiro lance do Leira, digno de registo, João Silva num bom golpe de cabeça fez o 1-2 e renovava assim as esperanças do Leirienses, que na verdade durou 2 minutos apenas, pois Kléber resolvia o jogo com o 1-3 em mais uma excelente jogada do Marítimo.
Na minha opinião os melhores em campo foi sem dúvida alguma o Kléber pelos golos e entrega ao jogo e também Benachour por toda a visão de jogo e qualidade de passe no último terço do terreno de jogo, com este resultado o Marítimo subiu ao 8º lugar com 31 pontos e está a 3 pontos da Europa, já o Leiria com a derrota desceu para o 10º lugar e tem 30 pontos.
Académica 1-0 Portimonense
Académica chegava a este jogo com um ciclo de 3 jogos sem ganhar e tinha sido também eliminada da Taça de Portugal pelo Guimarães, enquanto o Portimonense vinha de 5 jogos sem perder para o campeonato, antevia-se um jogo onde a palavra equilíbrio seria certamente de se esperar.
Foi um jogo sem grande história e com um futebol muito pobre, valeu mesmo o belo golo de Laionel para a Académica que com esta vitória deu um passo muito importante para a manutenção e volta assim a vencer em casa 5 meses depois, já o Portimonense com este resultado viu-se descer de novo para a lanterna vermelha do campeonato e fica em muitos maus lençóis para tentar a manutenção.
Na minha opinião o Laionel pelo belo golo e pelas várias tentativas de remar contra a maré do mau futebol foi o melhor em campo.
Beira-Mar 1-2 Braga
Encontro entre um Braga na melhor fase da época e um Beira-Mar que vem de um momento inconstante com vitórias, empates e derrotas, dentro das quatro linhas o Braga mostrou vir em busca da vitória e entrou bastante forte no jogo.
Com o avançar do jogo o Braga foi perdendo o fulgor e o Beira-Mar ia equilibrando a partida e foi mesmo o Beira-Mar que chegou ao golo, logo no primeiro remate que visou a baliza de Artur Moraes, o golo foi conseguido por Leandro Tatu, após cruzamento de Artur, onde se notou claramente alguma passividade da defensiva do Braga e foi com este resultado (1-0) que se chegou ao intervalo, a eficácia do Beira-Mar justificava esta vantagem ao intervalo.
Na segunda parte o Braga procurou o golo do empate, tendo mais posse de bola, mas no capítulo da finalização estava totalmente desastrado, consciente disso Domingos decidiu mexer no jogo e acabou por colher os seus frutos, pois aos 68 minutos o Braga chegou ao empate através de um auto golo de Jaime, feito o empate o golo da reviravolta demorou apenas 2 minutos a aparece num excelente lance de futebol em que Meyong marca de calcanhar e fazendo assim o resultado final (1-2).
O Braga vai já na quarta vitória consecutiva no campeonato e subiu ao 3º lugar com 40 pontos enquanto o Beira-Mar mantêm os mesmos 29 pontos e está em 11º lugar.
Na minha opinião o melhor jogador em campo foi mesmo o Meyong pelo excelente golo que marcou e por ter sido preponderante na reviravolta dos Bracarenses.
Rio Ave 2-0 Setúbal
Um jogo bastante importante tanto para uma como para outra equipa, na procura imediata da manutenção, a sorte e a audácia acabou por sorrir ao Rio Ave que fez mais um belo jogo da equipa orientada pelo Carlos Brito, que está a fazer uma excelente segunda volta, em 10 jogos fez 16 pontos.
Os golos do Rio Ave foram marcados por Yazalde e Saulo, aos 23 e 90 minutos respectivamente, com este resultado o Rio Ave garantiu praticamente a manutenção e subiu ao 9º Lugar com 30 pontos, já o Setúbal continua em maus lençóis pois só já tem 4 pontos acima da linha de água.
Olhanense 1-3 Naval
Caso a Naval vencesse relegaria o Portimonense para a lanterna vermelha do campeonato e também para continuar a sonhar com a manutenção, e foi exactamente o que aconteceu uma vitória clara da Naval no Algarve por claros 1-3 em que a grande figura do encontro foi o Bruno Moraes ao apontar 2 dos 3 golos da Naval no encontro o outro golo da Naval foi conseguido por Edivaldo e o tento de honra do Olhanense foi conseguido por Djalmir.
É uma vitória muito importante para manter a chama acesa da manutenção da Naval na primeira liga portuguesa, já o Olhanense desceu para o 13º lugar e continua com os mesmos 28 pontos. Bruno Moraes foi mesmo o homem do encontro com o bis conseguido.
Guimarães 1-1 Sporting
Um dos encontros grandes desta jornada, entre candidatos ao 3º lugar do campeonato, de um lado um Vitória bastante moralizado pela passagem à final do Jamor após ter eliminado a Académica nas meias-finais e do outro lado um Sporting bastante ferido pela derrota por 2-3 em Alvalade na primeira volta com o Guimarães e a realizar uma época muito abaixo das expectativas, onde o 3º lugar será o balão de oxigénio para a época ainda não ser pior.
O Sporting entrou bastante bem no encontro tomando logo conta do encontro desde o primeiro minuto e a não deixar o Guimarães aproximar-se da baliza do Sporting, mas apesar do claro domínio verde e branco os lances de perigo não apareciam, excepção feita aos 14 minutos em que Nilson faz uma boa defesa a remate de Djaló, mas aos 21 minutos Bruno Teles derruba Postiga na área e o árbitro marca penalti que foi concretizado por Matías Fernandez fazendo assim o 1-0 e indo de encontro a como o jogo estava a decorrer.
Manuel Machado não gostava do que estava a ver e não esperou para mudar o esquema do Guimarães tirando João Pedro e metendo Edgar, mesmo com esta alteração o Sporting continuava a pressionar bem e a dominar o encontro no meio campo dos Vimaranenses e só se viu algum vitória em dois lances de maior perigo já em tempo de compensação da primeira parte.
O Guimarães até entrou bem melhor na segunda parte e fez recuar o Sporting até ao seu meio campo defensivo mas também nunca tendo clarividência na hora da finalização, até que, já em tempo de descontos João Paulo faz alguma justiça ao resultado, 1-1, pela segunda parte positiva do Guimarães. Assim com este resultado o Sporting perdeu o 3º lugar para o Braga e o Guimarães continua em 5º a 5 pontos do Sporting. Os homens do jogo foram mesmo os dois guarda-redes fazendo excelentes e seguras exibições.
Benfica 1-2 FC Porto
Já seria o jogo grande da jornada pelas razões normais, mas este clássico ainda se tornava mais importante por tudo o que tinha acontecido ao longo da época passada, desta época e destas 2 semanas anteriores, já não falando da possibilidade de o Porto poder ser campeão no reduto do rival Benfica, algo que na época passada aconteceu ao contrário e que o Benfica não conseguiu concretizar perdendo na altura por claros 3-1 no Dragão, viria a tornar campeão na última jornada do campeonato, por tudo isto era de antever um jogo com os níveis psicológicos de ambas as equipas muito carregados de um lado a possível festa e ‘vingança’ digamos assim e do outro lado o adiar da festa e uma questão de orgulho.
O FC Porto entrou muito bem no encontro dominando logo desde o primeiro minuto e demonstrando também um enorme carácter e poderio psicológico em querer resolver o encontro logo desde o início, e concretizou-se com a ajuda à mistura de Roberto em que Guarín na linha de fundo faz um cruzamento/remate e Roberto deixa a bola ir para dentro da baliza, este golo criou alguma intranquilidade na equipa do Benfica que nunca conseguiu expor o seu jogo da forma mais clarividente, mas o árbitro na minha opinião tentou equilibrar um pouco mais o jogo ao assinalar um penalti (inexistente) por falta de Otamendi sobre Jara no qual Saviola não desperdiçou a oportunidade de igualar a partida, estavam passados 17 minutos.
Apesar de ter consentido o golo do empate o FC Porto não se deixou ir abaixo e pegou novamente no encontro e numa jogada rápida do ataque portista Falcao é derrubado na área por Roberto, Hulk chamado a converter o penalti não falhou e repôs a vantagem de 1 golo no encontro, e foi com este resultado que se chegou ao intervalo.
Na segunda parte mais do mesmo em que o FC Porto entra mais dominante e com vontade de ampliar a vantagem, algo que podia ter acontecido não fosse o Falcao a falhar, isolado perante o Roberto.
O Porto continuava a dominar o encontro e não se via aquele Benfica que fazia e acontecia noutros jogos, mas mais uma vez o árbitro ‘decidiu’ equilibrar mais um pouco a partida e na minha opinião a expulsão do Otamendi é anedótica, Villas-Boas teve que reorganizar a equipa azul e branca tirando Varela e Falcao e metendo Belluschi e Maicon, e a partir daí foi com alguma naturalidade que o Benfica dominou o encontro e acreditava que poderia chegar à igualdade, mas nunca conseguiu traduzir esse domínio em golos e depois até Cardozo foi expulso numa tentativa de agressão a Belluschi, mas já antes tinha tido falta de desportivismo perante uma defesa de Hélton em que o Cardozo deixou o cotovelo para trás, mas continuava o sufoco do Benfica e o Porto sem conseguir sair a jogar, já na parte final o Benfica esteve mesmo perto de fazer o 2-2, mas o Poste direito da baliza de Hélton salvou o Porto, já mesmo a acabar o encontro Rodriguez que já tinha entrado, teve uma arrancada muito boa mas que perante Roberto permite-lhe a defesa.
Foi um resultado justo onde o Benfica me surpreendeu pela negativa pois o fulgor de outros jogos não foi mostrado neste encontro e o Porto fez uma exibição bastante convincente e consistente, já a arbitragem esteve bastante mal no penalti para o Benfica, na expulsão de Otamendi e o Moutinho também se tivesse sido expulso numa entrada durinha que teve não me chocaria.
E assim a 5 jogos do fim o Porto conseguiu o objectivo principal da época juntando assim o título de campeão nacional ao título da Supertaça e assim pode encarar agora a Liga Europa e a segunda mão da taça de uma forma mais confortável.
O Porto teve vários elementos preponderantes neste desafio mas para mim, Hélton e Rolando foram os que estiveram em grande destaque.
Nacional 1-0 Paços de Ferreira
Foi o jogo que encerrou a jornada onde de um lado estava o Nacional à procura da Europa e um Paços em fase decrescente a nível de resultados. O jogo foi bastante equilibrado e apesar das enumeras oportunidades junto das balizas Cássio e Bracalli exibiram-se a um excelente nível e tudo parecia encaminhar-se para um empate sem golos, mas aos 84 minutos Edgar Costa num golo de belo efeito, desfez a igualdade e deu a vitória importante ao Nacional, foi o seu primeiro golo neste campeonato, oferecendo assim a primeira vitória em casa para o novo treinador do Nacional, Ivo Vieira.
Vitória SC - Sporting CP, análise.
Hoje, na primeira-parte, jogámos bem. Jogámos minimamente bem, finalmente viu-se algum Futebol ali. Principalmente Matías, que craque!
A primeira-parte, como referi, foi minimamente boa. Dominámos, pressionávamos em cima... estava a gostar de ver. Tivemos algumas oportunidades de golo - por exemplo, o falhanço do Djaló na cara de Nílson. Aliás, o GR do Vitória negou por quatro vezes o golo Leonino! Estava, na primeira-parte, a ser a figura do encontro. Mas o problema estava aí, o Sporting pecava muito na finalização... e como se diz na gíria Futebolística: "Quem não marca, leva." E foi isso que aconteceu, mesmo que no período de descontos...
Na segunda-parte, o Vitória esteve em cima. Verdade. Mas eram aqueles ataques "parvos", em que faziam tudo bem, mas chegavam à área e não havia qualidade para mais. E foi aí que o Vitória falhou, pecou no último terço do jogo. O Sporting na segunda-parte jogou de uma forma mais de contenção, apostando no contra-ataque. Matías esteve muito, muito bem (não me canso), mas faltava qualidade no ataque, faltava algo mais a Postiga, Djaló, Vuk (mais tarde Valdés). E isso foi um problema, a falta de qualidade. Problema esse que se vê na nossa paupérrima época.
O golo do Vitória chegou nos descontos, mas chegou. E apesar do Sporting ter falhado muitos golos, há que reconhecer o trabalho do Vitória, o esforço. Mas pronto, é isto que é o Futebol: incerteza.
domingo, 3 de abril de 2011
FC Porto campeão nacional!
Jogo do titulo?

Beira-mar 1-2 Sporting de Braga
Com um forte apoio nas bancadas, o Braga entrou forte, pressionando no meio-campo adversario, mas sem criar perigo. O Beira-Mar foi mais eficaz e marcou na primeira vez que foi à baliza de Artur. Tatu cabeçeou para dentro da baliza e estava feito o primeiro. Com este golo o fulgor do Braga desceu e o jogo foi para intervalo com a vantagem para o Beira-Mar.
Na segunda parte, Domingos começa a ganhar o jogo no banco com as substituições que fez, tirando Ukra para entrar Mossoró. A equipa subiu de produção e dominou a segunda parte, falhando muitos golos, mas ao minuto 68, Jaime marca um auto-golo, ao tentar fazer o corte. Estava feito o empate e 2 minutos depois o Braga marcava por Meyong, num grande golo de calcanhar. O Beira-Mar teve ainda uma pequena reacção, mas era o Braga que tinha o controlo do jogo e o resultado não se alterou.
No final, vitória justa, da equipa mais forte em campo e o Braga já está em 3ºlugar, esperando pelo resultado do V.Guimarães vs Sporting.
sábado, 2 de abril de 2011
Barcelona vence no El Madrigal e está cada vez mais perto do titulo

Real Madrid perde em casa quebrando recorde de Mourinho

Premier League

sexta-feira, 1 de abril de 2011
PetroChina ajuda o Sporting a pagar Sanchez
